É possível viver no desespero e não desejar a morte?
Alberto Moravia
- Não podes negar a beleza selvagem da destruição.
- Está a defender esta catástrofe?
A Régia encolheu os ombros
- Se a vida funcionasse perfeitamente, como é que as coisas podiam evoluir? Não somos pós-humanos? As coisas crescem; as coisas morrem. A seu tempo, o cosmos matar-nos-á a todos. O cosmos não tem qualquer significado, e o seu vazio é absoluto. Isso é terror puro, mas também é liberdade pura. Apenas as nossas ambições e as nossas criações o podem preencher.
- E isso justifica as vossas acções?
- Nós agimos pela vida - disse a Régia. - As nossas ambições tornaram-se as leis naturais deste mundo.
Shismatrix - O Mundo Pós-Humano, Bruce Sterling
Editorial Presença, Colecção Viajantes no Tempo, pág. 447
Nascido em 1961, Frédéric Clerc-Renaud é um escultor autodidata. E desde que se lembra sempre gostou de desenhar. Criar é de tal forma a sua grande paixão que podemos dizer que é o seu estilo de vida. Em adolescente pensou em estudar Artes, mas acabou por estudar direito.
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Ceslovas Cesnakevicius, com 30 anos de idade (14.01.1978) e de nacionalidade Lituana, surpreende com imagens que transmitem um verdadeiro deleite surreal. É um surrealismo de “sonhos perdidos”.
A fotografia apensa é exemplo disso.
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- Você perdeu peso.
- Um tipo de stress aumenta-nos o peso, outro reduz. Sou uma criatura de químicos.[1]
Eu gostava de sofrer do stress que reduz o peso para continuar a comer sem stress.
[1] O Jogo Final, Orson Scott Card, Editorial Presença, Colecção Viajantes no Tempo, pág. 277
Respirei fundo e, sem pressas, dei meia-volta até à entrada e puxei a porta envidraçada por onde tinha passado; tal como eu esperava, não se abriu.[1]
Estamos em 2009. Urra!!… Mas, quantas vezes desejamos voltar ao passado. Contudo, como, não temos a opção CTRL+Z ou o botão reset só nos resta continuar a nossa marcha inexorável sempre em draft.
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- Os ossos são duros e, por si sós, parecem mortos e rochosos, mas ao envolvê-los e puxá-los para junto do esqueleto, o restos do corpo executa todas as actividades da vida.
A Voz dos Mortos, Orson Scott Card
Editorial Presença, Colecção Viajantes no Tempo, pág. 160
Vou pegando às dúzias de cada vez nos mais de trezentos livros da Turma da Mônica que tenho espalhados pela casa, pelo escritório e dedico-me a relê-los. São o meu sonífero. Não estou a trair o meu Zits. Apenas são a sobremesa, porque o prato principal é sempre outro.
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Adoro o filme Blade Runner. Já o tinha dito. E repito-me.
É na versão de coleccionador lançada em 2007 que iremos, segundo palavras do realizador, Ridley Scott, encontrar o filme “in its purest form”.
A banda sonora é excelente e consegue, como deve ser, aumentar, ainda mais, a intensidade de algumas cenas. Exemplo disso é, sem dúvida, a última cena com a personagem Roy Batty. É uma “cena de morte” emocionalmente forte e um momento chave. É uma cena verdadeiramente memorável.
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Já não pegava realmente no jogo à mais de 20 dias.
Hoje pela 00.43 +/- tive a oportunidade de fazer o achievement For The Horde!
Não morri uma vez. Zero wipes. Foi pena não ter lido outros achivements. Se o tivesse feito teria também completado Wrath of the Horde. Ficará para uma nova oportunidade.
A reward - Reins of the Black War Bear - é deliciosa e, assim, já tenho 52 mounts.

Extinção Iminente, Scott Mackay
Título Original, The Meek
Tradução, Luís Santos
Editorial Presença, Jun. 2003, Colecção Viajantes no Tempo, n.º8, pág. 200
Por fim, decidiu que não queria morrer daquela forma.
Queria sonhos.
Queria euforia.
Acima de tudo, queria paz.